Quando os gregos declararam guerra contra Tróia, Agamenon, o mais poderoso dos reis gregos, reuniu todo o exército no porto. Já estavam prontos para partir quando uma calmaria se abateu sobre o oceano. Nem uma brisa soprava; os navios não podiam zarpar.
Agamenon consultou um oráculo e ficou sabendo que a calmaria era um castigo de Ártemis, a protetora das mulheres, que estava indignada por que fora a única deusa a quem Agamenon não havia feito nenhuma oferenda. Exigia que Agamenon sacrificasse sua filha Ifigênia para permitir que os gregos fossem à guerra. Dividido entre o amor à filha e a glória de derrotar Tróia, Agamenon escolheu a glória. Sabendo que a esposa e a filha poderiam se opor ao sacrifício, usou de um estratagema. Mandou um recado comunicando que Aquiles, o maior herói grego, queria se casar com Ifigênia antes de partir para Tróia. Ifigênia e sua mãe, felizes, sem desconfiar de nada, foram para o porto celebrar as bodas. Mas não houve casamento algum. Ao invés, Ifigênia foi assassinada. Aquiles, quando soube que fora usado como isca, ficou furioso.
Agamenon enganou a esposa, o amigo, sacrificou sua própria filha, tudo em prol de um único objetivo: conquistar a glória e o poder.
Chocante? Pois histórias como esta são mais comuns do que você pensa no dia de hoje – homens-Agamenon que sacrificam tudo em busca de ascensão profissional, status e poder. Hoje, é claro, não precisam matar fisicamente a filha. Basta não ter tempo para a esposa e os filhos, ou ignorá-los quando estão presentes. No trabalho, homens-Agamenon tendem a tirar o sangue dos funcionários, exigindo que se dediquem exclusivamente ao emprego, e que sacrifiquem sua vida pessoal como ele fez. Muitas vezes usam de artimanhas questionáveis para atingir seus objetivos.
Um homem-Agamenon sacrifica seu lado feminino – nega seus sentimentos, intuições, e não se importa com as conseqüências de seus atos na vida de outras pessoas.
Mas não são somente homens que agem como Agamenon. No mercado globalizado, onde as mulheres competem diretamente com os homens pelo status e poder na vida profissional, elas sacrificam sua própria feminilidade, sua vida pessoal, em prol do sucesso profissional, do bônus, do status – e acabam se tornando velhas amargas e solitárias.
Agamenon consultou um oráculo e ficou sabendo que a calmaria era um castigo de Ártemis, a protetora das mulheres, que estava indignada por que fora a única deusa a quem Agamenon não havia feito nenhuma oferenda. Exigia que Agamenon sacrificasse sua filha Ifigênia para permitir que os gregos fossem à guerra. Dividido entre o amor à filha e a glória de derrotar Tróia, Agamenon escolheu a glória. Sabendo que a esposa e a filha poderiam se opor ao sacrifício, usou de um estratagema. Mandou um recado comunicando que Aquiles, o maior herói grego, queria se casar com Ifigênia antes de partir para Tróia. Ifigênia e sua mãe, felizes, sem desconfiar de nada, foram para o porto celebrar as bodas. Mas não houve casamento algum. Ao invés, Ifigênia foi assassinada. Aquiles, quando soube que fora usado como isca, ficou furioso.
Agamenon enganou a esposa, o amigo, sacrificou sua própria filha, tudo em prol de um único objetivo: conquistar a glória e o poder.
Chocante? Pois histórias como esta são mais comuns do que você pensa no dia de hoje – homens-Agamenon que sacrificam tudo em busca de ascensão profissional, status e poder. Hoje, é claro, não precisam matar fisicamente a filha. Basta não ter tempo para a esposa e os filhos, ou ignorá-los quando estão presentes. No trabalho, homens-Agamenon tendem a tirar o sangue dos funcionários, exigindo que se dediquem exclusivamente ao emprego, e que sacrifiquem sua vida pessoal como ele fez. Muitas vezes usam de artimanhas questionáveis para atingir seus objetivos.
Um homem-Agamenon sacrifica seu lado feminino – nega seus sentimentos, intuições, e não se importa com as conseqüências de seus atos na vida de outras pessoas.
Mas não são somente homens que agem como Agamenon. No mercado globalizado, onde as mulheres competem diretamente com os homens pelo status e poder na vida profissional, elas sacrificam sua própria feminilidade, sua vida pessoal, em prol do sucesso profissional, do bônus, do status – e acabam se tornando velhas amargas e solitárias.
2 comentários:
Olá Cecília
Ultimamente penso muito nas mulheres Agamenon que fazem de tudo para conquistar o poder e o status, deixando o lado emocional e feminino, tornando-se pessoas arrogantes e muitas vezes sem escrúpulos, Hoje, muitas delas estão chorando pois estão desempregadas e sem ninguém para compartilhar as alegrias e as tristezas. É muito cedo para estas mulheres tornarem-se pessoas solitárias e amargas, porém o preço é muito alto para alguns momentos de glória.
bjs,
Ana Kuniko
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