domingo, 4 de novembro de 2007

Homem-Ares

Quando estourou a guerra de Tróia, Ares se aliou aos gregos. Era um aliado e tanto. Afinal, era o poderoso deus da guerra. Quando soube, porém, que os gregos haviam matado um filho seu, a ira fez com que muda-se de lado, esquecendo quaisquer considerações políticas ou estratégicas. Ares era assim: tomava decisões por impulso, agia primeiro e pensava depois.
O homem-Ares também corre o risco de tomar decisões precipitadas. É impetuoso, emocional, apaixonado, um homem de ação. Facilmente dominado pelas emoções. Ele gosta de desafios e é atraído pelo perigo. Na psicologia empresarial, ele é conhecido como o homem Alfa.
Atena também era a deusa da guerra, mas ela era muito diferente de Ares. Para ela a guerra era como um jogo de xadrez. Para Ares como um jogo de boxe.
O homem-Ares gosta de praticar esportes radicais, automobilismo, alpinismo ou voar de asa delta. A combinação de perigo e desafio o atrae.
Quando um homem viril, impulsivo e emocional como Ares, se apaixona por uma mulher, ele geralmente vira um doce, é carinhoso, mas vai direto ao que mais lhe interessa: sexo. Na mitologia Ares era o amante de Afrodite, e se davam muito bem. Tiveram três filhos: Phobos(medo), Deimos (terror) e Harmonia.
Medo e terror é o que o deus inspirava na guerra. O homem-Ares pode ser dominado pela raiva e se tornar assustador para uma mulher, mas a união do masculino e do feminino, representados por Ares e Afrodite também podem gerar a harmonia.

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